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Palmeirenses reclamam anulação incorreta de gol da vitória
Pós-JogoBrasileirão

Apito absurdo: Palmeiras amassa o Remo, tem gol legal anulado nos acréscimos e fica no empate no Mangueirão

Verdão domina estatísticas na 15ª rodada do Brasileirão, busca empate no primeiro tempo com Allan, mas sai de Belém prejudicado por anulação incorreta do VAR, falha já reconhecida pela CBF.

Por Colossalmeiras
11 de maio de 2026

​A noite deste dia 10 de maio de 2026 ficará marcada por mais uma grave polêmica de arbitragem no Campeonato Brasileiro. Jogando no Estádio Mangueirão contra o Remo, pela 15ª rodada, o Palmeiras empatou em 1 a 1 em uma partida onde o amplo volume de jogo alviverde esbarrou em um erro crasso de interpretação da regra por parte do VAR.

​O duelo começou complicado para o Verdão. Logo aos 2 minutos, Alef Manga abriu o placar para os donos da casa. O Palmeiras, no entanto, não se intimidou com a desvantagem e partiu para cima. Aos 24 minutos, Ramón Sosa encontrou Allan, que finalizou com precisão para deixar tudo igual no marcador. A partir daí, o que se viu foi um monólogo palestrino.

​O Erro que Custou a Vitória

O clímax (e a grande frustração) da partida ocorreu nos minutos finais. Aos 50 minutos do segundo tempo, o zagueiro Bruno Fuchs marcou o que seria o gol da merecida vitória alviverde. No entanto, o árbitro de vídeo (VAR) recomendou a revisão, apontando um toque de mão de Flaco López na origem da jogada. O árbitro de campo, Rafael Rodrigo Klein, acatou a recomendação e anulou o gol nos acréscimos (registrado aos 90'+6 na súmula).

​A decisão, contudo, contrariou o regulamento. Segundo a orientação oficial da IFAB, o gol só deveria ser invalidado por toque acidental caso a bola batesse diretamente na mão do próprio autor do gol logo antes de entrar. Como o toque ocorreu em um companheiro (Flaco López) antes da sobra para Fuchs balançar as redes, a avaliação geral de especialistas é que o gol foi totalmente legal. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) admitiu a falha na interpretação da regra pela arbitragem, e a diretoria do Palmeiras, em reunião, repudiou publicamente as "soluções simplistas" que vêm sendo adotadas.

​Estatísticas do Domínio Alviverde

Os dados levantados pelo Porco Interativo deixam claro que o empate foi um lucro gigantesco para o Remo:

​Controle Absoluto: O Palmeiras deteve 66% da posse de bola, trocando exatamente o dobro de passes (462 contra 232 do Remo).

​Pressão Constante: O Verdão finalizou 18 vezes (5 no alvo) e gerou 1.32 de Gols Esperados (xG). A pressão sufocante rendeu expressivos 17 escanteios a favor da equipe paulista, contra apenas 5 do Remo.

​Presença na Área: O Palmeiras pisou na área adversária com a bola dominada em 37 oportunidades, enquanto o Remo registrou apenas 13 ações na nossa área.

​Destaques da Partida

O meia Andreas Pereira, grande articulador do time, foi o melhor palmeirense em campo com nota 7.6, seguido pelo goleiro Carlos Miguel (Nota 7.5), que trouxe segurança lá atrás, e Ramón Sosa (Nota 7.1), autor da assistência.

​Fica a sensação revoltante de que o Palmeiras fez muito mais por merecer os três pontos, mas foi barrado por uma decisão incorreta. A equipe segue focada, mas com um justificado alerta ligado para o nível da arbitragem na competição.

Tags:#Brasileirão 2026#Remo x Palmeiras#Allan#Bruno Fuchs#Flaco López#VAR#CBF#Arbitragem
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